segunda-feira, 16 de novembro de 2020

 

Eu estava no instagram, coisa que há muito tempo não faço, pois viver nessa rede virtual é doentio, você não está nos lugares das fotos, você não está com aquelas pessoas. Talvez haja um sentimento de pertencimento que faz a pessoa passar o dia rolando a tela pra baixo. 


Enfim, voltando a questão que me fez escrever novamente: há mais ou menos quatro ou cinco anos eu estava na faculdade e os professores das matérias de artes e produção de material didático começaram a trabalhar com materiais daqui de Manaus, livros, músicas, objetos, suas experiências, entre outras coisas. Juntamente com eles, meus pais tinham muitos livros dos nossos escritores manauaras que antes eu não dava muito valor. 

Mas algo mudou, eu passei a pesquisar muito, ler bastante sobre a história das ruas daqui de Manaus, como era antigamente, no instagram achei dois blogs que falavam a respeito e mergulhei neles. 

O que antes era indiferença, desprezo e vergonha, hoje em dia é uma paixão, um carinho e um afeto enorme por ter nascido aqui. Hoje choro por não ter lido os livros do Thiago de Mello e da Violeta Branca, mas nunca é tarde para começar.

Finalizo este texto indicando leituras para aqueles que desejam se aventurar pelos nosso rios e igarapés escondidos:
  • Para quem quer conhecer as ruas eu indico "Frauta de Barro" de Luiz Bacellar 😉
  • Para conhecer um pouco da história através do olhar da experiência pessoal, indico "Manaus: amor e memória " de Thiago de Mello
  •  E um livro inquietante "Ritmos de inquieta alegria" de Violeta Branca.

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