Durante muito tempo eu tive medo... đź‘€
Eu tive medo de crescer e me tornar adolescente, pois diziam que os adolescentes eram chatos. Eu tive medo de perder a minha mĂŁe porque ela Ă© muito importante para mim. Tive medo de conversar com as pessoas, pois elas olhavam para mim de forma estranha. Depois de um tempo descobri que elas me chamavam de "doida".
Elas me apelidavam assim porque na hora da saĂda, na escola, eu ficava sentada no chĂŁo lendo.
Eu também tive medo de namorar, de gostar de alguém. Sempre pensava que o outro iria me enganar, me iludir, nós sempre pensamos nessas coisas. Todo esse receio de ser aceita e de gostar nos invade como uma onda e pensamos que não temos controle sobre ela. Mas aqui está o nosso erro: imaginar que não temos controle sobre nós, quando na verdade temos controle, sim!
đź’Ş PossuĂmos uma capacidade de HĂ©rcules para vencermos nossos prĂłprios medos e como diria o Padre Fábio de Melo em uma entrevista "cada um que expulse o demĂ´nio que criou, somente vocĂŞ tem autoridade para retirá-lo da ação"
Somente nĂłs podemos fazer isso.
NĂŁo foi fácil, mas agradeço por ter feito muitos amigos na hora da saĂda que realmente viram em mim alguĂ©m especial.
Bem, esse foi meu primeiro dia por aqui...
Espero que eu tenha ajudado em algo
E agora vou capar o gato *
Pois estou com muita Sede!
E agora vou capar o gato *
Pois estou com muita Sede!
Para quem não conhece e para quem já ama, ouçam a Dona Odete e o famoso Banzeiro.
* GĂria Amazonense que significa ir embora.
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